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Glossário

Dúvidas frequentes

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Perda espontânea de gestação clínica antes da 20ª semana completa (18 semanas pós-fertilização) ou, se a idade gestacional não é conhecida, a perda de embrião/feto com menos que 400g.

Perda espontânea de duas ou mais gestações clínicas.

O término de uma gravidez clínica, por interferência deliberada antes de 20 semanas completas de idade gestacional (18 semanas pós-fertilização) ou, se a idade gestacional é desconhecida, de um embrião/feto de menos de 400g.

Aborto clínico quando o embrião (ões) ou feto(s) não-viável(eis) não é /são expelido(s) espontaneamente do útero.

Todas as anomalias estruturais, funcionais e genéticas, diagnosticadas nos fetos abortados, ao nascimento ou no período neonatal.

Procedimento in vitro no qual a zona pelúcida (ZP) de um embrião é perfurada por método químico, mecânico ou por laser, para facilitar a extrusão do blastocisto.

Peso ao nascer abaixo de 2500g.

Peso ao nascer abaixo de 1500g
 
Recém-nato com menos de 1000g.

Um embrião, cinco ou seis dias pós-fertilização, com a massa interna, uma camada externa de trofectoderma e a blastocele e cavidade cheia de fluido.

Mulher que carrega a gestação com a anuência de que dará o produto para o responsável(eis) contratante(s). Os gametas podem ser originários do(s) contratante(s) e/ou de terceira(s) pessoa(s).

Ciclo de TRA no qual a estimulação ou a monitorização ovariana foram realizadas com a intenção do tratamento, mas não se procedeu à aspiração folicular ou, no caso de embriões descongelados, à transferência de embriões.

Ciclo no qual oócitos são coletados de uma doadora para aplicação clínica ou pesquisa.

Procedimento de TRA no qual a monitorização do ciclo é realizada com a intenção de fertilizar oócitos descongelados e realizar transferência embrionária.

Ciclo de TRA no qual a mulher recebe zigoto(s) ou embrião(ões) de doadora(s).
 

Ciclo de TRA no qual a mulher recebe espermatozóides de um doador que não é o seu parceiro.

Ciclo de TRA no qual a mulher recebe oócitos de doadora.
 
Ciclo de TRA no qual um ou mais embriões são transferidos para o útero ou tuba de Falópio.
 
Procedimento de TRA no qual a monitorização do ciclo é realizada com a intenção de transferir um ou mais embrião/ões congelado(s)/descongelado(s).
 

Ciclo de TRA no qual a mulher recebe medicações específicas para estímulação ovariana, ou monitorização no caso de ciclos naturais, com a intenção de tratar, independentemente se a aspiração será realizada ou não.

Procedimento de FIV no qual um ou mais oócitos são coletados dos ovários durante ciclo espontâneo. Medicações podem ser usadas apenas com o propósito de bloquear o pico endógeno do LH e/ou induzir a maturação oocitária final.

Procedimentos cirúrgicos realizados para diagnosticar, corrigir e/ou melhorar a função reprodutiva.

Congelamento ou vitrificação e estocagem de gametas, zigotos, embriões ou tecido gonadal.

É a transferência de um ou mais embriões, resultantes de gametas (espermatozóides e oócitos), que não são originários da receptora ou de seu marido/parceiro.

Produto da divisão do zigoto ao fim do estágio embrionário, 8 semanas após a fertilização. (Esta definição não inclui tantos produtos derivados de partenogênese quanto produtos da transferência de células somáticas nucleares).

Tratamento farmacológico no qual mulheres são estimuladas para induzir o desenvolvimento de múltiplos folículos ovarianos, para obter múltiplos oócitos na aspiração folicular.

Tratamento farmacológico para mulheres, cujos ovários são estimulados para ovular mais de um oócito.

A penetração do óvulo pelo espermatozóide e a combinação do material genético, resultando na formação de um zigoto.

O produto da fertilização desde o desenvolvimento embrionário com 8 semanas completas após a fertilização até o abortamento ou nascimento.

Procedimento de TRA que envolve fertilização extra-corpórea.

Procedimento de FIV onde um ou mais oócitos são coletados dos ovários durante ciclo espontâneo, sem qualquer intervenção hormonal.

Procedimento no qual os ovários são estimulados com gonadotrofinas e/ou outros compostos, com o propósito de se limitar o número de oócitos obtidos a menos de 7.

Procedimento de TRA no qual ambos os gametas (oócitos e espermatozóides) são transferidos para as tubas uterinas.

Gravidez diagnosticada somente pela detecção do HCG no soro ou urina e que não se desenvolve para uma gravidez clínica.

Gravidez diagnosticada por visualização ultra-sonográfica de um ou mais sacos gestacionais ou sinais clínicos definitivos de gravidez. Inclui a prenhez ectópica. Nota: sacos gestacionais múltiplos são contados como uma gestação clínica.

Gravidez diagnosticada por visualização ultra-sonográfica ou documentação clínica de pelo menos um feto com batimento cardíaco. Inclui a prenhez ectópica.

Gestação em que a implantação ocorreu fora da cavidade uterina.
 
Gestação/parto com mais de um feto/neonato.
 
Processo pelo qual o embrião no estágio de blastocisto se separa da zona pelúcida.
 
Procedimento no qual um único espermatozóide é injetado no citoplasma do oócito.
 
Idade do embrião ou feto, calculada adicionando-se 2 semanas (14 dias) ao número de semanas completas desde a fertilização. Nota: para transferências de embriões congelados/descongelados, a data estimada da fertilização é computada subtraindo-se a idade do embrião no congelamento da data da transferência do ciclo de transferência de embriões congelados/descongelados.
 
A adesão e posterior invasão pelo blastocisto livre da zona pelúcida, (geralmente no endométrio), que se inicia 5-7 dias pós-fertilização.
Tratamento farmacológico de mulheres com anovulação ou oligo-ovulação com a intenção de induzir ciclos ovulatórios normais.
 
Doença do sistema reprodutivo definida pela falha de se obter gravidez clínica após 12 meses ou mais de coito regular desprotegido.
 
Procedimento no qual espermatozóides são obtidos do epidídimo, através de aspiração.
 
Procedimento no qual espermatozóides são obtidos do epidídimo, através de excisão cirúrgica.
 
Tecnologia que permite procedimentos micro-operatórios realizados em espermatozóides, oócitos, zigotos ou embriões.
 
Procedimento no qual espermatozóides são obtidos do testículo, através de excisão cirúrgica.
 
Morte fetal ou neonatal ocorrendo durante gestação tardia (às 20 semanas completas ou após), durante o nascimento ou até 7 dias completos após.
 
Gravidez ou parto com três ou mais fetos ou neonatos.
 
A completa expulsão ou extração da mãe, de um produto de fertilização, independentemente da duração da gravidez, o qual, após tal separação, respira ou exibe qualquer sinal de vida como batimento cardíaco, pulsação do cordão umbilical ou movimentos musculares voluntários definidos, independentemente se o cordão umbilical tenha sido cortado ou se a placenta esteja anexada.
 
Morte de bebê nascido vivo, ocorrida até 28 dias do nascimento.
 
Nascido vivo ou natimorto após pelo menos 20 semanas, mas menos do que 28 semanas completas de idade gestacional.
 
Nascido vivo ou óbito fetal (natimorto), que ocorre entre 37 e 42 semanas completas de idade gestacional.
 
Morte antes da completa expulsão ou extração da mãe, de um produto de fertilização, no curso ou após completadas 20 semanas de gravidez. O óbito é indicado pelo fato de que, após esta separação, o feto não respira ou exibe qualquer sinal de vida como batimento cardíaco, pulsação do cordão umbilical ou movimentos musculares voluntários definidos.
 
Morte de bebê nascido vivo, ocorrida até 7 dias do nascimento.
 
A expulsão ou extração de um ou mais fetos da mãe após 20 semanas completas de idade gestacional.
 
Peso ao nascer menor que 2 desvios padrão abaixo da média ou abaixo do percentil 10, de acordo com os gráficos locais de crescimento intrauterino.
 
Intervalo de tempo que se inicia no nascimento e termina com 28 dias completos do nascimento.
 
Aspiração percutânea de espermatozóides do epidídimo.
 
Análise de corpúsculos polares, blastômeros ou trofectoderma de oócitos, zigotos ou embriões para detecção de alterações genéticas cromossomiais específicas, alterações cromossomiais estruturais e/ou outras.
 
Análises de corpúsculos polares, blastômeros ou trofectoderma de oócitos, zigotos ou embriões para detecção de aneuploidias, mutações e/ou rearranjo de DNA.
 
Nascido vivo ou natimorto após ao menos 20 semanas de gravidez, mas com menos de 37 semanas completas.
 
Nascido vivo ou natimorto após ao menos 20 semanas de gravidez, mas com menos de 32 semanas completas.
 
Nascido vivo ou natimorto após 42 semanas completas de idade gestacional.
 
Procedimento para reduzir o número de embriões viáveis ou fetos numa gestação múltipla.
Reprodução obtida por meio da indução da ovulação, estimulação ovariana controlada, desencadeamento da ovulação, procedimentos de TRA, inseminação intrauterina, intracervical e intravaginal com sêmen do marido/parceiro ou doador.
 
Estrutura de conteúdo líquido, associada a gestação precoce, que pode estar localizada dentro ou fora do útero (no caso de prenhez ectópica).
 
Resposta sistêmica exagerada à estimulação ovariana, caracterizada por amplo espectro de manifestações clínicas e laboratoriais. É classificada em leve, moderada e acentuada de acordo com o grau de distensão abdominal, aumento ovariano e complicações respiratórias, hemodinâmicas e metabólicas.
 
Definida quando a hospitalização é indicada (ver definição de SHO).
 
Número de gestações clínicas, expresso por 100 ciclos iniciados, ciclos aspirados ou ciclos com transferência de embriões. Nota: quando taxas de gravidez clínica são dadas, o denominador (ciclos iniciados, aspirados ou com transferência de embriões) deve ser especificado.
 
É o número de sacos gestacionais observados, dividido pelo número de embriões transferidos.
 
Número de partos que resultaram em pelo menos um nascido vivo, expresso por 100 ciclos iniciados, ciclos aspirados ou por ciclos de transferência embrionária. Quando enunciado, o denominador (ciclos iniciados, ciclos aspirados ou por ciclos de transferência embrionária) deve sempre ser especificado.
 
Número de delivramentos por 100 ciclos iniciados, aspirados ou de transferência embrionária. Quando informada, o denominador da equação deve sempre ser especificado (ciclos iniciados, aspirados ou de transferência embrionária). Inclui partos que resultaram em um ou mais nascidos vivos e/ou natimortos. Nota: o parto único, gemelar ou múltiplo é registrado como um parto.
 
Número de partos com pelo menos um nascido vivo por paciente após um número específico de tratamentos com TRA.
 
Número estimado de partos com ao menos um nascido vivo resultando de um ciclo de TRA iniciado ou aspirado, incluindo o ciclo quando foram transferidos embriões frescos e subsequentes ciclos de embriões congelados/descongelados. Esta taxa é utilizada quando o número de embriões frescos e/ou congelados/descongelados utilizados é menor que o total de embriões de um único ciclo. Nota: o parto único, gemelar ou múltiplo é registrado como um parto.
 
Número estimado de partos com ao menos um nascido vivo, resultando de um ciclo iniciado ou aspirado de TRA. Inclui todos os ciclos de TRA a fresco e todos os congelados/descongelados. Este índice é utilizado quando todos os embriões a fresco e/ou congelados/descongelados foram utilizados a partir de um ciclo de TRA. Nota: o parto de um bebê único, gêmeos ou múltiplos é registrado como um único evento.
 
Todos os tratamentos ou procedimentos que incluem a manipulação in vitro tanto dos oócitos humanos quanto dos espermatozóides, ou embriões, com o propósito de se estabelecer uma gravidez. Inclui, mas não está limitado a fertilização in vitro com transferência de embriões, a transferência intratubária de gametas, a transferência intratubária de zigotos, a transferência intratubária de embriões, a criopreservação de gametas e embriões, a doação de oócitos e embriões e a cessão temporária de útero (surrogacy). TRA não inclui inseminação assistida (inseminação artificial) utilizando espermatozóides, sejam do parceiro da mulher ou de um doador.
 
Procedimento no qual espermatozóides são obtidos por aspiração testicular.
 
Procedimento no qual espermatozóides são obtidos por excisão cirúrgica de tecido testicular.
 
Rotação completa ou parcial do pedículo vascular ovariano que causa obstrução do fluxo sanguíneo ovariano, potencialmente levando à necrose do tecido ovariano.
 
Procedimento no qual um ou mais embriões são colocados no útero ou tuba de Falópio.
 
A transferência de um ou dois embriões, selecionados de uma coorte maior de embriões viáveis.
 
Desaparecimento espontâneo de um ou mais sacos gestacionais ou embriões numa gestação em curso, documentados por ultra-sonografia.
 
Método de congelamento ultra-rápido, que previne a formação de gelo dentro da suspensão, que é convertida para um estado vítreo.
 
Célula diplóide resultante da fertilização de um oócito por um espermatozóide, que subsequentemente se divide para formar um embrião.
 
Procedimento em que zigoto(s) é/são transferido(s) para as tubas uterinas.